sexta-feira, 19 de abril de 2013

GP2: Leimer sai na pole em Sakhir

19/04/2013 11h10 - Atualizado em 19/04/2013 11h10

O suiço Fabio Leimer sai na pole position para a primeira prova da GP2 neste final de semana em Sakhir, no Bahrein. O piloto da Racing Engineering marcou an sua melhor volta o tempo de 1min39s427 e impôs uma diferença de 0s993 para o segundo colocado no grid, Marcus Ericsson (Dams).
Felipe Nasr sai em terceiro  com o carro da Carlin ao lado do líder do campeonato, Stefano Coletti (Rapax). A terceria fila ficou com Tom Dillmann (Russian Time) e Stéphane Richelmi (Dams). Quem não vai ter boas recordações desta sessão é James Calado (ART), que trouxe de Sepang uma punição retroativa de dez posições no grid. Com isos, ele que seria o 11º, sai em 21º.
A prova deste sábado começa às 9h45 (de Brasília) e a mesma será exibida em VT Às 22h no canal por assinatura Sportv2.
Confira o grid de largada da primeira corrida em Sakhir:
1.Fabio Leimer (Racing Engineering) – 1min39s427
2.Marcus Ericsson (Dams) – 1min40s420
3.Felipe Nasr (Carlin) – 1min40s520
4.Stefano Coletti (Rapax) – 1min40s585
5.Tom Dillmann (Russian Time) – 1min40s689
6.Stéphane Richelmi (Dams) – 1min40s704
7.Alexander Rossi (Caterham) – 1min40s756
8.Adrian Quaife-Hobbs (MP Motorsport) – 1min40s769
9.Sam Bird (Russian Time) – 1min40s842
10.Robin Frinjs (Hilmer Motorsport) – 1min40s865
11.Simon Trummer (Rapax) – 1min40s892
12.Jolyon Palmer (Carlin) – 1min41s033
13.Johnny Cecotto (Arden International) – 1min41s043
14.Daniel Abt (ART Grand Prix) – 1min41s070
15.Sergio Canamasas (Caterham) – 1min41s229
16.Kevin Giovesi (Lazarus) – 1min41s236
17.Mitch Evans (Arden International) – 1min41s237
18.Kevin Ceccon (Trident Racing) – 1min41s243
19.Julian Leal (Racing Engineering) – 1min41s504
20.Rene Binder (Lazarus) – 1min41s553
21.James Calado (ART Grand Prix) – 1min40s878 (*)
22.Jake Rosenzweig (Barwa Addax) – 1min41s687
23.Nathanaël Berthon (Trident Racing) – 1min41s730
24.Pal Varhaug (Hilmer Motorsport) – 1min41s980
25.Rio Haryanto (Barwa Addax) – 1min41s981
26.Daniel De Jöng (MP Motorsport) – 1min42s284


UOL

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Proprietário da Lotus cogita vender ações para manter Kimi Raikkonen na equipe

17/04/2013 18h10 - Atualizado em 17/04/2013 18h10

As especulações envolvendo Kimi Raikkonen e a Red Bull fizeram a Lotus se mexer para manter o finlandês na equipe nas próximas temporadas. Ciente de que o experiente piloto procura uma escuderia que o deixe em condições de lutar pelo bicampeonato mundial, o Grupo Genii, proprietário da Lotus, cogita vender ações da equipe para garantir a permanência do atual segundo colocado no Mundial ao menos em 2014. A informação é da revista italiana Autosprint.

Com a relação cada vez mais conturbada entre Sebastian Vettel e Mark Webber, o australiano tem seu futuro cada vez mais longe da Red Bull em 2014. Nos últimos dias, os rumores da ida de Raikkonen à escuderia taurina aumentaram após elogios públicos de ambas as partes. No entanto, o dono da Genii, Gerard López, acredita que a Lotus oferece tudo o que o finlandês procura na F-1.

“A situação de Kimi (após 2013) será baseada em várias coisas, não no que a Red Bull diz. Posso garantir que ele não é o tipo de cara que irá assinar qualquer pré-contrato com ninguém. Se continuarmos dando a ele o que ele quer, então não vejo qualquer razão para ele ir a qualquer lugar”, acredita o dirigente, em entrevista ao jornal inglês The Sun.

Outros motivos para a Lotus cogitar aumentar o seu orçamento para 2014 com a venda de parte de suas ações é o novo regulamento da F-1 para a temporada – a equipe terá que desembolsar quantia maior que a atual para contar com motor desenvolvido por outra escuderia. Além disso, rumores apontam que a Red Bull tem o interesse em levar, além de Raikkonen, o seu diretor-técnico James Allison, que deve pedir alto valor para seguir na escuderia.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Possibilidade de guerra cria dúvida para GP da Coreia do Sul e Japão

Publicado em 10/04/2013 - 12h27

As relações entre Coreia do Sul e Coreia do Norte são muito conturbadas e do conhecimento de todos. No entanto, o clima tem ficado cada vez mais tenso entre elas e vem chamando a atenção de todo mundo para uma possível guerra. A possibilidade do conflito também preocupa a Fórmula 1, que tem uma corrida agenda para o dia 6 de outubro, no circuito de Yeongam, no território sul-coreano.

Mensagens veiculadas por autoridades norte-coreanas alerta para que estrangeiros deixem o território vizinho e que a situação na península está avançando para um início de uma guerra nuclear.

Enquanto a Coreia do Norte já transportou mísseis para áreas estratégicas do país, o Japão também posicionou armamentos no centro de Tóquio para defender possíveis ataques. Mesmo assim, alguns analistas afirmam que, embora exista uma grande tensão, a ameaça de guerra é baixa.

O Grande Prêmio no território sul-coreano será o 14º da temporada e antecede a prova do Japão, o que também coloca em dúvida sua realização já que é outra área que pode ser afetada pela guerra e sofreu ameaças da Coréia do Norte nesta quarta-feira. Em comunicado do único partido norte-coreano publicado no jornal "Rodong Sinmundo", o país sofrerá severas consequência se agir contra o regime.

"O Japão está perto do nosso território e, portanto, não poderá fugir dos nossos ataques. Se houver um ato de guerra, todo o território do arquipélago japonês se transformará em um campo de batalha. O Exército da Coreia do Norte é absolutamente capaz de fazer saltar pelos ares as bases militares não só no Japão como em outras áreas da região Ásia-Pacífico”, afirma o editorial publicado.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Kimi Raikkonen diz ser cedo para apontar favoritos na Fórmula 1

Publicado em 20/03/2013 - 16h27

A vitória no GP da Austrália foi o melhor início possível de temporada para Kimi Raikkonen, mas o finlandês prefere ser cauteloso ao analisar a possibilidade de lutar pelo título mundial. Para ele, ainda é necessário observas as próximas corridas para avaliar quais são os favoritos. "Eu acho que nós temos que fazer duas ou três corridas antes de realmente saber quem é quem, onde e o que vai acontecer", disse

Na Malásia, local do próximo GP, Raikkonen venceu a sua primeira prova, em 2003. Ele também ganhou a corrida em 2008, mas acumula quatro abandonos. "A Malásia tem sido boa e ruim para mim no passado. Eu tive algumas corridas ruins lá, mas eu também já venci duas vezes no circuito, incluindo a minha primeira vitória por isso é bom voltar para onde tudo começou, com a minha primeira vitória. Com certeza eu vou sempre lembrar que a minha primeira vitória no GP da Malásia, em 2003", afirmou.

Para Raikkonen, o calor e a chuva dificultarão o desempenho dos pilotos na prova, marcada para este domingo. "Eu gosto (do circuito de Sepang) e o desafio é sempre alto no início do ano, com o calor. É também um daqueles circuitos onde costuma chover em algum momento durante o fim de semana. Então você tem que planejar o programa com essa possibilidade também", comentou.

TORCIDA POR CHUVA - O GP da Austrália mostrou que a McLaren não é competitiva suficientemente para lutar por vitórias e está atrás de equipes como Red Bull, Ferrari e Lotus. Ciente das dificuldades, o britânico Jenson Button revelou que torce para o GP da Malásia ser disputado sob chuva, o que lhe daria chances de vencer.

"A Malásia pode ser tão imprevisível, especialmente com a largada mais tarde no domingo, o que tende a ter chuva no final da tarde. Nós vimos no ano passado, quando Fernando (Alonso) ganhou, e nós sabemos que o clima imprevisível pode tornar uma loteria para todos", disse o britânico, que venceu o GP da Malásia em 2009.

Button garantiu que considera prazeroso correr com as condições instáveis no tempo e admitiu que a McLaren não tem chances de vitória com a pista seca. "Eu gosto de dirigir em condições mutáveis, e adoraria o desafio de ter condições de correr competitivamente em um carro que todos nós sabemos que ainda não possui capacidade para lutar por vitórias", afirmou.

HAMILTON - Quinto colocado no GP da Austrália, Lewis Hamilton garantiu que ficou satisfeito com o desempenho da Mercedes, mas ainda quer mais. O piloto britânico espera ser mais forte neste fim de semana, quando será disputado o GP da Malásia.

"Estou muito orgulhoso do trabalho que a equipe tem feito até agora e eu sei que os caras estão fazendo de tudo no Reino Unido para melhorar o desempenho do carro. Espero que possamos ter um fim de semana positivo aqui e construirmos sobre o progresso que fizemos em Melbourne e sobre o que aprendemos com essa corrida", disse.

Hamilton disputou seis vezes o GP da Malásia pela McLaren, mas nunca venceu. Seu melhor resultado é o segundo lugar em 2007, sua temporada de estreia. No ano passado, ele faturou a pole, mas terminou a prova na terceira colocação. Mesmo assim, o inglês garante gostar do circuito de Sepang. Porém, ele revelou preocupação com a umidade e o calor.

"Sepang é um circuito fantástico e onde eu não consegui ganhar antes. Minha parte favorita da pista é provavelmente entre a curva cinco e seis, mas é sempre um desafio emocionante aqui, com o calor e a umidade", comentou.